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Sunday, July 12, 2009

Continuemos a dançar.

Numa vaga de dança que chegou à Invicta, de inspiração a qualquer um e que já está de partida hoje (festa de encerramento no TECA), não consigo resistir a ver (pela janelinha da web, clara e infelizmente) dois grandes monstros da dança contemporânea que me foram aconselhados.
Akram Khan e a francesa Sylvie Guillem. :)



Para perceber um bocadinho mais da companhia de Akram Khan, podemos espreitar também:



Como diz uma amiga minha, falta a alguns coreógrafos (nacionais e nao só) a "narrativa, o certo aspecto teatral que Akram Khan convoca quando escolhe os bailarinos. O ir buscar um artista plástico quando quer uma instalação para um cenário ou quando tem músicos como o Nitin Sawhney, por exemplo."
Ah, e só mais outro pormenor avançado também pela mesma amiga que eu subscrevo totalmente: Por vezes, no fraco e vago panorama nacional, aquilo que é julgado de humor confunde-se muitas vezes com tautologias humorísticas.

Saturday, July 11, 2009

Orphée et Eurydice.

Um bilhete, 1h05 de espectáculo e a certeza de sensações compradas.
O domínio total da expressão facial e corporal que permitem a desconstrução do controlo do próprio corpo.
Ortodoxo q.b., recheado de sátira, rasgos de humor e muita luxúria na recriação de um mito grego, da história de amor entre Orfeu e Euridice. Mas... "Isto não é uma história de amor."



Integrado no Dancem 09, Marie Chouinard coreografa esta dança demoníaca intitulada de Orphée et Eurydice.

Aconselha-se vivamente. Desaconselhado a expectativas convencionais.

Friday, July 10, 2009

relativity, E.



O esforço é sempre relativo.
O caminho a percorrer para as merecidas férias também.

Thursday, July 9, 2009

quase, quase.

Eu, o meu sofá e coisas como o Ice Age 3 temos andado anti-sociais ultimamente.
Chamam-lhe exames e entregas e afins.
Até a Chila se ressente. Pobre princesa.

Dizem que está quase mas o tempo que se tem escondido, ultimamente, torna-se cego e imaturo. E eu que o ature. Esse tempo incerto e infiel.

Por falar nisso, o peso na consciência que vem com a procrastinação deste mesmo tempo chama por mim.

Até já.

ficar.


E porque sim.
Talvez por algum motivo dir-me-ia que sim.

Fiquemo-nos pelo talvez.
Pela única certeza do quão vaga é a incerteza.
Pela leviandade da inconsciência e pela saudade certificante que canta
O poder incerto da validade.

A validade é minha e tua, inter-dependente sem dependências ou cedências marcadas.
O prazo que construímos perdura.

Até data sem prazo marcado. Até hora incerta, enquanto ela nos for cúmplice.

Fiquemo-nos pelo verbo ficar.

Monday, July 6, 2009

still!


Still here :)

Friday, June 19, 2009

:D



a-ha: take on me